sábado, abril 21, 2007
quinta-feira, abril 19, 2007
terça-feira, abril 17, 2007
Mind the gap
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Francesca
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23:26
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Quando chegámos ao ponto de não nos sentirmos admiradas, incentivadas, desejadas, adoradas, amadas
o que fazer?
Quando achamos que isto é o melhor que vamos receber
o que fazer?
Quando os sonhos se derrubam, o amor-próprio se interroga e tudo te entristece e morre por dentro de ti?
O que fazer?
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Francesca
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18:58
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segunda-feira, abril 16, 2007
Retalhos do coração
"E tive-te, atrás do espelho, todas as manhãs da minha vida. Porque foi sempre para ti que me quis bonita, mesmos nos dias escuros. É em ti que penso, quando escolho a roupa ou escovo o cabelo, todos os dias. Na possibilidade de te encontrar, no acesso de uma esquina. Lisboa é tão grande e tão pequena - porque não havia de te encontrar? Queria ser eu mesma, nesse encontro. A mesma, com a luz das rugas que não faltavam no tempo em que nos metíamos por dentro do corpo um do outro como se sozinhos fossemos apenas pedaços de um corpo mutilado."
Inês Pedrosa in Fica comigo esta noite
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23:24
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sábado, abril 07, 2007
segunda-feira, abril 02, 2007
Para Ti.
Porque quer seja em inglês ou em português fico sempre, mais perto de ti, quando a oiço.
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Francesca
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16:25
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Gosto.
Queria poder iluminar o escuro que me acontece todos os dias, as lutas diárias que faço comigo própria sempre, até haver sangue. Na maioria dos casos consigo-o. Mas até mesmo dentro de um sempre existe intermitências, quebras, desilusões.
A verdade é que contigo até o mais difícil desliza melhor, soa melhor. A tua presença traz-me alguma paz mesmo com a tua impaciência a roçar constantemente na minha, mesmo com o teu mau feitio que se desdobra sempre em dois, mesmo com os pequenos infernos que passamos quase todos os dias. É bom estar contigo, nem que seja em silêncio, porque sim, eu gosto do teu silêncio, às vezes é o que desejo mais, mas raramente consigo mostrar o que quer que seja.
Apeteceu-me dizer-te que gosto, definitivamente, gosto de nós.
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11:40
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segunda-feira, março 26, 2007
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20:47
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quinta-feira, março 15, 2007
Outro dia. Que não próximo da amargura que me palpita os olhos. Gostava que dos nossos corpos nascesse algo interminável, que todo o espaço existente entre nós se rendesse ao quente que me embala o coração.
Noutro dia que não este tudo seria possível mesmo que apenas por palavras escritas.
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20:33
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segunda-feira, março 12, 2007
No hoje
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19:22
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sexta-feira, março 09, 2007
Esta noite.
Mais um dia. Mais os olhos se afundam. Mais as mãos se arrastam na tentativa de te sentir. Dentro de mim. Não consigo ouvir-te dizer que me Amas. Já não o consigo ouvir. Desfaço-me de cada vez que tento encontrar um caminho para ti e não consigo. Não consigo. Percebes? NÃO CONSIGO!
Esta cidade está amaldiçoada. Passei a odiar esta cidade. Passei a odiar a minha nova rotina. Passei a odiar as minhas almofadas. Até o meu cabelo ficou sem jeito desde que tudo aconteceu. Nada disto faz sentido, não faz sentido este Amor a pulsar e a crescer aqui dentro e não o poder entregar e juntar ao Amor que também vive dentro de ti. Nada disto faz sentido.
O Amor não vence incompatibilidades, não vence o passado, não ensina, não destrói, não acaba assim.
O Amor não faz sentido se não o poder viver contigo…
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23:54
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terça-feira, março 06, 2007
De madrugada
Deixei de saber dormir descansada.
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21:10
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terça-feira, janeiro 23, 2007
Até já
Repeti tanto que me cansei. E o blog foi-se saturando cada vez mais. A escrita, a meu ver, passou a ser um terror. Passou da busca pela satisfação das palavras, à insatisfação de não saber o que dizer. É triste. Deprime-me ter de assumir que, afinal, e de forma irremediável, tudo tem um prazo. Escrever já não é a segunda melhor coisa que sei fazer. Nem a primeira. Deixou de ter lugar no pódio, nem a bronze se safa. Parece-me que o que ocupa agora a primeira posição é mesmo saber Amar. Não fui eu que o disse. Não me critiquem. Mesmo nisso não sou perfeita. Se alguém me disser que o é no que respeita a Amar, fuja. Não tenho paciência para a perfeição. Incomoda-me e aborrece-me.
Existem fases maravilhosas na nossa vida, mas mais importante ainda são as coisas que têm a capacidade de nos acompanhar nessas mesmas fases. Este blog é um dos melhores exemplos disso. São dois anos e pouco de testemunhos, de devaneios, de desabafos, de muito boas partilhas que extravasaram a virtualidade. O “Sem título”, não sendo excepção, chegou ao fim, da melhor maneira, de braços dados com o Amor. Não poderia desejar melhor destino que este. No entanto, não o vou retirar deste espaço e o mais provável é que o continue a usar sempre que as palavras me permitirem dar asas a esse sentimento. Já não será um blog em crescimento, será um palco de recordações, ao qual recorrerei muitas vezes, na esperança de poder reviver tempos idos que me são queridos (Bendita obsessão).
Queria agradecer a todos aqueles que me acompanham desde o primeiro dia, aqueles que por aqui passaram ao acaso, aqueles que partiram sem deixar rasto, a todos os anónimos, aqueles que no silêncio sempre por cá permaneceram, e por último, não posso deixar de agradecer a todas as pessoas que me inspiraram e me impeliram a escrever. Esta foi uma viagem que não esquecerei.
Deixo-vos no final o endereço do meu novo espaço, espero não vos decepcionar com a mudança mas, na verdade, como sou eu que tenho de me aturar, não posso é decepcionar-me a mim mesma.
Um bem-haja e um até já a todos.
Extravios, Lda
http://extravioslda.blogspot.com
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Francesca
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11:24
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quinta-feira, dezembro 21, 2006
Tu.

Faltas-me tu que és Vida e Felicidade.
Que és O Amor
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Francesca
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17:46
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