quarta-feira, novembro 19, 2008

Fade into you










You live your life
You go in shadows
You'll come apart and you'll go black
Some kind of night into your darkness
Colors your eyes with what's not there.

Fade into you
Strange you never knew
Fade into you
I think it's strange you never knew

sábado, novembro 15, 2008

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I'm not...broke I'm just a broken hearted woman,

I know it makes no sense, but what else can I do,
How can I move on when I'm still in love with you...

Cos if one day you wake up and find that you're missing me,
And your heart starts to wonder where on this earth I can be,
Thinking maybe you'll come back here to the place that we'd meet,
And you'd see me waiting for you on the corner of the street.

sexta-feira, novembro 14, 2008













A large part of me is always tied to the lamplight of your eyes

terça-feira, novembro 11, 2008

Contrato unilateral

Regras a cumprir nos próximos meses:

1 - Estar atenta a qualquer tentativa de aproximação vinda de E.T's.

2 - Ler os 10 mandamentos todos os dias.

3 - Não ter vontade de atropelar quem atravessa com altivez no meio da rua.

4 - Não dizer palavrões quando me enervo.

5 - Respeitar todos os que me rodeiam.

6 - Voltar a ser pura.

7 - Pensar antes de falar.

8 - Perdoar a minha estupidez natural.

9 - Ser a cada dia que passa uma melhor pessoa.

10 - Contrariar a tendência natural que tenho para não cumprir regras.

quinta-feira, novembro 06, 2008

Choose...




sexta-feira, outubro 31, 2008

"Não sou mais do que um fundo poço. Sou extremista em individualismo, em determinação, em teimosia e em solidão. Em egoísmo, em ambição, em amor-próprio. desafio-me com facilidade para lutas cegas, exijo metas distantes, invejo todo o saber, autorizo-me a qualquer tipo de iniciação. tudo me urge. não posso apreciar o chamado 'ócio'. Os planaltos são-me insuportáveis. Prefiro as quedas repentinas. É aqui que entras tu, meu amor."



Pedro Paixão - A noiva Judia

quarta-feira, outubro 29, 2008

terça-feira, outubro 28, 2008

Foda-se.

quinta-feira, outubro 23, 2008

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Mais tarde ou mais cedo, o facto de teres confiado em alguém vai resumir-se a um estalo bem forte na face. E vai deixar marca. Durante uma imensidão de tempo.

Se não confiares podes até viver menos mas dificilmente alguém terá a capacidade para te retirar o tapete dos pés. Sim, foi isso que aconteceu. Não previ a queda. Previ o amparo e esse nunca existiu.

Arranjei uma nova forma de decorar as paredes do meu quarto. Lá podia colocar os textos, as mensagens, os telefonemas, os beijos, as palavras inventadas, os olhares falsos, os sonhos rasgados, os momentos que de verdade pouco tiveram. Pelo menos da tua parte.

Estou fodida. Detesto perder o meu tempo com quem não o merece. Detesto que me iludam. Detesto cair nas ilusões. Detesto não prever as coisas. Não as controlar. Detesto que me deturpem a puta da mente. E que me viciem a puta do corpo. Foda-se.

Mas se há coisa que eu não sou é dramática. Se me enterro ergo-me. A vida renova-se. As pessoas renovam-se. Eu renovo-me. E mesmo que fique a mágoa, a desilusão, a angústia, a frustração,eu continuo cá. Agora de olhos mais abertos. Menos crente nos outros. E talvez mais humana. Talvez.

Tu foste um erro. E acredita que a questão nunca foi se seria possível perdoar-te ou não. A questão foi sempre o efeito que terias em mim. A marca. Em poucos dias alteraste tudo. Transformaste-te no fantasma que receavas ser. Ousaste perder-me e a melhor parte é que nem sentes essa perda. Sentes tudo o resto mas não te levou dois segundos a apagares o que foi por nós vivido.


Fizemos a nossa cama. Ponto final.



segunda-feira, setembro 29, 2008

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Fim.



Vou levar o meu coração a uma casa de putas.



Volto daqui a dias. Ou não.

quinta-feira, setembro 25, 2008

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22 de Setembro de 2008-09-25


Hoje não me apetece falar do amor. Hoje não gosto do amor. Não o quero perto de mim. Quero todos os meus sentidos fechados. Não quero sentir nada. Quero esquecer que hoje é segunda-feira. Quero esquecer que estamos em Setembro. Quero esquecer que hoje foi o último dia de Verão. Mais, quero esquecer o Verão. A primavera. O Outono. E o Inverno. Quero esquecer tudo.

Hoje é um daqueles dias em que não gosto de nada. Não tolero vozes. Fico impaciente com o ruído dos carros. Olho para a cama e apetece-me ir. Hoje não me sinto. Hoje poderia chorar. Sim é um bom dia para chorar. Mas só o facto de ficar com a cara molhada chateia-me e, portanto, não choro. Hoje poderia ficar horas a fio sem comer. Sim, ficaria bem. E depois as gargalhadas. Não quero que ninguém sorria. Ria. Quero que todos se encham de tristeza. Hoje sim podem-me chamar de desumana. Porquê? Porque estou-me a foder para os outros. É assim que estou. Fora de mim. Fora do mundo. Fora dos outros. Com a frieza de volta do corpo. Num abraço de reconhecimento. A abstinência dos sentimentos. Na ilusão que os podemos mandar dar uma volta. Não vão. Mas continuemos nesta ilusão. E poderia ligar a um serviço de acompanhantes e encomendar uma morena, trintona, portuguesa que fizesse muito e falasse pouco. Dar uma por dar. Uma serva silenciosa. Hoje também iria achar piada em dar estalos. Dos que deixam marcam. Distribuir violência pelos corpos alheios. Hoje estar-me-ia a cagar se houvesse sangue pelo chão.

Hoje apetece-me ir. Para qualquer lado. Desaparecer por momentos. Não é que a vida me seja insuportável. Não. A vida vive-se. Continuo a sobreviver. É já um hábito. Uma medida na minha medíocre existência.

Espera. Afinal, hoje talvez seja insuportável não te ter.






25 de Setembro de 2008.



Existe uma dor por dentro. Está a contaminar tudo. Existe uma dor que provém do amor. Da desilusão. Da cobardia. Da fé mal parida. Da esperança. Do acreditar. Existe uma crença que não tem espaço por onde se possa espreguiçar. Este amor nasceu fodido. Sem tempo. Ou espaço. Ou liberdade.

Não. Concordo contigo. Não há ponto final para este amor. Existe um ponto espaço dois pontos. E existe um caminho sem qualquer cruzamento. Por mais que inventemos histórias felizes. Por mais que por momentos haja a sensação que ninguém nos irá derrotar. Mentira. Nós estamos desde sempre derrotadas. E as amarras estão a desfiar. Não existe a palavra. O beijo. O mimo. O abraço. E novamente o tempo o espaço. Apenas uma fila de sentimentos que não segura a casa. Se tenho dúvidas do que sentes por mim? Nem sempre. Mas hoje tenho. Ontem tive. Certamente amanhã terei. Falta-nos a casa que se aguenta em pé sozinha. Falta-nos a estabilidade. Falta-te a vontade de ires além e de te sacrificares. E mais uma vez, o amor não é suficiente. Nem as palavras. Apenas a acção. Mas a acção que se foda.


Onde estás?

Escolhes-me?

Amas-me? …………………………………………………..

Queres fazer-me feliz? ……………………………………

Sou mais do que uma foda cheia de qualidade? ………………………………….

Não. Neste momento eu não sei nada. E tu estás demasiado longe para dizeres o que quer que seja.

terça-feira, setembro 16, 2008

4 anos.

Faz hoje quatro anos.

Ainda me recordo da dor no peito. Ainda tenho na minha cabeça tudo o que nunca te cheguei a dizer.

Não existe forma de te substituir. Porque o amor não se substitui. Nem a presença. Porque quando se ama não existe fim escrito em parte alguma. Não existe um penso que se cole na ferida alojada no coração. É uma ferida para sempre aberta.


(Lembro-me agora que já não sei como é que se toleram as saudades)

segunda-feira, setembro 15, 2008

"Neste momento, sou toda carne aberta, desfeita num talho no meio da cidade. Sou tesão em bruto à espera de ser lapidado."

sábado, setembro 06, 2008

quarta-feira, setembro 03, 2008

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Uma Declaração de Amor Atípica


Não posso prometer:

- que daria a vida por ti.
- que me meteria à tua frente se um carro viesse na nossa direcção.
- que cederei sempre à tua vontade e ao teu mau feitio.
- que não te dê uns berros quando me tentas levar ao limite.
- que vou deixar de te dar sermões.
- que não te vou virar as costas quando me foderes o juízo.
- que vou deixar de olhar para outras mulheres,
- que vou deixar de ter este mau génio.
- que nunca te vou magoar.
- que como prenda de casamento dar-te-ei a lua.
- que te vou sustentar.
- que não vou ser chata.
- que não vou exigir de ti.
- um futuro cor-de-rosa.


Prometo:

- Estar ao teu lado quando precisares e não precisares.
- Dizer-te sempre a verdade. Doa o que doer.
- Não fazer fretes contigo.
- Deixar-te ver tv quando chegares a casa.
- Insistir quando me disseres não.
- Mimar-te emocional e materialmente.
- Não fugir do teu abraço.
- Dizer-te não quando achar que o devo fazer.
- Não te proibir de estares com quem quer que seja.
- Ser-te leal.
- Puxar-te para mim quando te sentir a cair.
- Partilhar contigo as minhas certezas quando tiveres dúvidas.
- Aturar o teu pânico cerebral.
- Ser a tua mulher em todos os aspectos.

segunda-feira, setembro 01, 2008

Percebes?

"… e sabes o que mais te faria? Sim, ainda mais, muito mais, porque as minhas torturas não ficariam por aqui. Arrancava o teu coração e prendia-o ao meu, com as artérias e as veias atava os dois com tamanha força, dava-lhes tantos nós, que nunca mais se poderiam deslindar um do outro e nunca mais poderiam existir como dois corações separados, se o meu falhasse, falhava o teu também. Ah, haveria de te fazer tantas maldades, meu amor, tantas, tantas que nem consegues imaginar (…) Espanta-te o que digo? Pois fica a saber que era o que eu faria. Era, sim. Se não me quisesses mais, converteria os nossos corpos e as nossas almas humanas em fulgurante matéria estelar. Nunca queiras saber como. Nunca queiras. Mas podes, isso sim, tentar esconder o meu corpo todo dentro do teu, e andar a passear comigo invisível por aí…"


Uma história quase banal - Alexandra Fontes

segunda-feira, agosto 25, 2008

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Alguém disse um dia: A felicidade é composta pelas migalhas que vais deixando no caminho à medida que andas de baloiço e de escorrega na tua vida. Existirão sempre os passos atrás, os para a frente e a decisão que tomas quando sais do baloiço e te diriges sem medo para o escorrega.

Não posso deixar de compreender. Tu e eu já conseguimos construir castelos de migalhas na areia. Completamo-nos mesmo que já sejamos seres completos. Não tenho aquela necessidade de preenchimento. Eu sou preenchida. Eu sou eu. Mas não existe amor maior do que a forma como que tu me contemplas. Existe um encontro sempre que nos observamos. Não foi preciso seguir os teus passos nestes dias. Também todos os caminhos do meu corpo vão dar a ti. E fui verdadeiramente feliz contigo a meu lado. Até quando não consegui controlar o ímpeto das lágrimas e ao querer fugir de ti, agarraste-me nos teus braços. Nunca entendi que no amor pudesse haver um berço. Uma capa de protecção que te faz não temer. A forma como tu me acolhes faz com que mais do que um refúgio sejas o meu berço.

O amor não nos será furtado.


(Não podes saltar a quinta pergunta. Não te é permitido. A quinta pergunta é minha. Era o combinado. Para viajarmos até à sexta, nenhuma pergunta pode ficar sem resposta. São as regras. )

quinta-feira, agosto 21, 2008

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Todos os caminhos do teu corpo vão dar a mim. Inevitavelmente nem sempre me encontrarão. Existirá a fome. E a sede. E a angústia. E o atormentar incoerente das saudades. No fundo plástico do tempo seremos memória. Eu do que a tua vida poderia ter sido se me tivesses escolhido. E tu a prova de que num certo espaço de intemporalidade eu me entreguei exaustivamente a alguém. A ti.

Mas não existe maior verdade senão aquela de que realmente valeu a pena. Por tudo o que fomos juntas.

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terça-feira, agosto 12, 2008

Lost

terça-feira, agosto 05, 2008

Sinto a tristeza a amassar o cansaço como se o objectivo em vista fosse produzir o melhor pão do mundo. O corpo caminha ao largo do extremo. E a mente sufoca-se a ela própria numa viagem pelos aquedutos da loucura.

Sinto-me crua. Envelhecida. E tudo menos transparente.

Se um dia eu deixar de saber quem sou.
Se um dia eu deixar de conseguir controlar todos os meus ímpetos.
Estarás tu ao meu lado?

Ou esquecerás o que eu fui para ti?

Se um dia o amor que me sossega a pele fraquejar, ainda me reconhecerás?

Não feches os olhos. Não permitas que a cegueira se apodere sobre ti. Não te dês ao abandono do meu corpo. Não deslargues a mão que cai sobre o teu coração.