quinta-feira, agosto 10, 2006

Desassossego (E até já...)


As palavras

Morderam-se

de desejo



E na tua ausência


Morreram-me.




(Perdi-me no número de noites em que quis que me acolhesses.)


E tu?

17 comentários:

Thiago disse...

Que bom regressar a um dos primeiros blogs que conheci. Já estás novamente linkada.

beijos com saudades

Natalie Afonseca disse...

Olá!
POis é, e eu que ando tantas vezes a tentar sossegar o meu desassossego!! E ai vou até onde o mar me toca, ou até ao monte dos vendavais :)

Beijinhos

Ana Luar disse...

E eu?
Eu fico simplesmente embebecida perante tanta beleza.

Alma da Terra disse...

Saudações!!
Obrigado por ter compartilhado um pouquinho de você comigo.

TE DESEJO UM DIA MÁGICO
***************

:::: Alma da Terra :::::

nenhum existe disse...

Nos amarramos-te a cama de dossel e levamos-te a loucura com doces libidinosos ;))) Eh!Eh!

beijos**

t. disse...

Obrigada por teres vindo ao meu blog, volta sempre!

EU disse...

Quantas noites, quantas ausências...
Beijo, com essência "presente"...

Cecilia Cunha disse...

Adorei a tua frase no perfil!

Diva disse...

Petite,

Dias,
Noites,
Manhãs,
Tardes,
A Eterna Espera...
A Tua,
A Minha,
A de Todos Nós...

:)
Bissous

Marco Magalhães disse...

Muito interessante o blog, voltarei com mais calma.

Eli disse...

Pois... já me fizeste pensar muitas vezes... se bem que sou pensativa mesmo, mas isso são pormenores...

:)

Cris disse...

Eu ando perdida em noites aconchegantes...
Deixo-te um beijo

Liana disse...

As palavras....são tremendas....remetem-nos para mundos desconhecidos, que intuimos, mas que receamos...porque...porque....o que podemos descobrir para lá delas nos assusta, porque para lá delas pode estar a nossa melhor fantasia ou o nosso pior pesadelo.
Mas desejamos. As palavras. E os actos.
A ausencia é medo. Dos actos a que as palavras levam. E esse medo é, muitas vezes morte. Por castraçâo de desejos não revelados. De medo. Na ausencia.
Acolher ou acolhermo-nos. Noites de medos. De revelaçôes. De desejo de ir em frente. De duvidas. Não de incertezas.
De desconhecido, Como o teu numero que quero mas não peço.
Eu? Eu aqui estou, do lado de lá deste post.A lutar com moinhos de vento. De assombro. Desejos e medos. Não de ti, mas do que em mim posso vir a descobrir. Onde estás desafio? Eu? Eu estou aqui...vim ver-te.

Cacau disse...

Obrigada a todos pelos vossos comentários e visitas. São sempre muito apreciadas pela minha pessoa.


Liana, quanto a si, o desafio deixa sempre as suas pistas. Se quiser me encontrar, não será difícil. Basta que tente ;)

AnaGarrett disse...

Obrigado.
Volta sempre.
Eu voltarei depois para ver o teu blog com mais calma, orque o sono aperta.
Beijinho

rouxinol de Bernardim disse...

Eu?!!! Voltarei, podes crer, fiquei deslumbrado com o fascínio da tua argumentação!!! Tenho abrigo na tua generosidade? O meu blog anseia a resposta!!!

tiago dias disse...

andamos todos mais ao menos perdidos, em busca de alguma estabilidade que teima em não se afinar... mas é por aí que crescemos! vai-se a baixo mas vem-se mais forte...