sexta-feira, maio 19, 2006

Desnudada

Guarda-me contigo. Guarda-me no teu lado esquerdo. Guarda-me no teu sinal. Naquele. Que eu gosto. Que eu beijei com a minha língua. Guarda-me mesmo que eu seja como o vento. Como as trovoadas de Novembro. Guarda-me como sou. Com tudo o que sou. Mesmo que por vezes saiba a pouco. Sou eu. Nunca deixo de ser eu. E sei-me especial, sei que me sabes especial.

Apenas isso. Guarda-me mesmo que um dia alguma de nós tenha que partir. Nunca deixaremos de ser nós. Por muito que nos pensemos perdidas uma da outra.

Aqui.

4 comentários:

Vera Cymbron disse...

A foto tá gira sim senhora, mas não tem nada a ver com a miúda que conheci num café de Lisboa... coisas minhas.
Jinhos maluka!...andas a escrever muito mesmo... espero que leias várias vezes os textos.

GNM disse...

Pois não...

Anónimo disse...

(estarei até...)


Beijos :)

Cacau disse...

Até que ficar seja possível...até que faça sentido...até...

Beijo-te