domingo, novembro 12, 2006

Memórias de um Sábado.


Fazes surgir em mim vagas de fascínio. Por ti, unicamente por ti.
E esse teu sorriso cultiva esferas de vida em mim, Meu Amor.
Regresso ao jardim e ás gaivotas e vejo-te de máquina fotográfica na mão, na busca da perfeição, perfeição essa que te nasce, tantas vezes, nas mãos. Nessa força que te desnuda aos meus olhos e me faz não te negar nada.
Regresso ao ontem e tenho de te dizer que eu não consigo disfarçar o que de extraordinário nos acontece. O magnetimo dos nossos olhos. A busca feita pelos nossos corpos, que nos atira uma para a outra. É impossível resistir ao poder deste Amor.
Cresces-me e vives-me em plenitude.
Mesmo no amanhã.

4 comentários:

nameless as a desire disse...

O amanhã tem o volume da imaginação.
E existe uma outra dimensão para além do horizonte por onde os nossos olhos se passeiam.

SGC disse...

Foi o texto mais confessional - e por isso, o mais luminoso - q gostei de ler.
(Como é bom amar!) :-)
Os meus respeitos!

musalia disse...

belissimo esse afecto. que seja eterno :)

Mar da Lua disse...

É tão tipico o Amor e tão profanamente lindo!
É tão tipica a máquina fotográfica na mão e tão profanamente violadora!
É tão tipico o "prender" dos olhos e tão profanamente perene!
Beijo às duas!!!